CORRENTEZA
DJAVAN
COMPOSITORES
ANTONIO CARLOS JOBIM & LUIZ FLORIANO BONFÁ
PAÍS: BRASIL
ÁLBUM: MALÁSIA
GRAVADORA:
EPIC RECORDS
GÊNERO:
MPB
ANO: 1996
Djavan
Caetano Viana(Maceió,
27 de janeiro
de 1949)
é um cantor, compositor,
arranjador,
produtor musical, empresário,
violonista e ex-futebolista
brasileiro.
Djavan
mescla inúmeros estilos, entre eles o jazz, o blues, o samba e a música flamenca, com grande influência da
música regional nordestina. Dentre suas canções mais conhecidas, destacam-se:
"Sina", "Flor de Lis", "Lilás",
"Pétala", "Se", "Nem um dia",
"Serrado", "Eu Te Devoro", "Oceano",
"Açaí", "Samurai" e "Meu bem querer".
Djavan
é filho de uma mãe negra
chamada Virginia e de um pai branco que trabalhava como ambulante. Sua mãe,
lavadeira, entoava canções de Angela Maria, Dalva de
Oliveira e Orlando Silva. Djavan por pouco não se tornou
um jogador de futebol.
Entre os 11 e 12 anos, dividia seu tempo e sua paixão entre o jogo de bola nas
várzeas de Maceió e o equipamento de som quadrafônico da casa de Dr. Ismar
Gatto, pai de um amigo de escola. Da primeira paixão, despontava como meio-campo
no time juvenil do CSA(Maceió), onde poderia ter feito até
carreira profissional. Aos 23 anos, chega ao Rio de
Janeiro para tentar a sorte no mercado musical. Trabalhou como crooner
de boates famosas como a Number One e 706. Com a ajuda de Edson Mauro, radialista
e conterrâneo, conhece João Araújo, presidente da Som Livre,
que o leva para a TV Globo. Passa a cantar trilhas
sonoras de novelas, para as quais grava músicas de compositores
consagrados como "Alegre Menina" (Dori Caymmi,
com letra de Jorge Amado), da novela Gabriela,
"Qual é" (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), da novela Os Ossos do Barão, e "Calmaria e
Vendaval" (Toquinho e Vinícius de Moraes).
A correnteza do rio
Vai levando aquela flor
O meu bem já está dormindo
Zombando do meu amor
Na barranceira do rio
O ingá se debruçou
E a fruta que era madura
A correnteza levou
A correnteza levou
A correnteza levou
E choveu uma semana
E eu não vi o meu amor
O barro ficou marcado
Aonde a boiada passou
Depois da chuva passada
Céu azul se apresentou
Lá à beira da estrada
Vem vindo o meu amor
Vem vindo, vem vindo, vem vindo
A correnteza do rio
Vai levando aquela flor
E eu adormeci sorrindo
Sonhando com o nosso amor
Sonhando com o nosso amor
Sonhando...
Ô Dandá
A correnteza do rio
Vai levando aquela flor
O meu bem já está dormindo
Zombando do meu amor
Na barranceira do rio
O ingá se debruçou
E a fruta que era madura
A correnteza levou
A correnteza levou
A correnteza levou
E choveu uma semana
E eu não vi o meu amor
O barro ficou marcado
Aonde a boiada passou
Depois da chuva passada
Céu azul se apresentou
Lá à beira da estrada
Vem vindo o meu amor
Vem vindo o meu amor
Vem vindo, vem vindo
Vem vindo, vem vindo
Ô Dandá, ô Dandá
Ô Dandá, ô Dandá
Ô Dandá.
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